domingo, 9 de janeiro de 2011

Ore por que a oração é um ato de fé


Ore por que a oração é um ato de fé

A oração é um dos maiores atos de fé. A razão é simples sempre que você ora, está declarando que não tem fé no braço da carne. Já observou que toda vez que você começa a orar, vem diferentes “coisas para fazer” passam pela sua mente?

Alguma coisa diz para você dar aquele telefonema. Ou fala para levantar-se e ir”!

Quando você decide orar, está dizendo que a oração terá um efeito maior que todas essas coisas materiais que tem de fazer. Em outras palavras, está dizendo que a intervenção direta de Deus é a coisa mais importante em sua vida. Isto é fé no braço de Deus.

A oração é uma expressão de fé

Você quer ser uma grande Pessoa de Fé? Uma Pessoa de fé é uma pessoa de grandes proezas Torne-se uma grande pessoa de fé tornando-se uma pessoa de oração. A oração é uma das maiores expressões de fé em Deus.

De fato sem fé é impossível agradar a Deus, portanto é necessario que aquele que se aproxima de Deus, creia que ele existe e que se torna gualardoador dos que o buscam.

Hebreus 11:6

Como podemos ver você nao pode agradar a Deus se não tiver fé. Isto significa que você não pode agradar a Deus na sua vida sem oração. Você agrada a Deus orando e demontrando fé nele.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

É possível desenvolver a disciplina?

É possível desenvolver a disciplina?

"A boa ordem se impõe pela disciplina" (Agostinho)

Deus converteu o caos em ordem. Onde a terra estava sem forma, Deus criou e fez a separação entre o céu azul (a atmosfera), a terra firme e os mares. Assim, o poder criador da palavra de Deus coloca todas as coisas em sua própria ordem.
Você precisa desenvolver aquela a partir da qual todas as outras virtudes virão: você precisa ser disciplinado. Só assim você se valerá bem do tempo, nosso bem mais precioso.

É possível desenvolver a disciplina?

Na prática, disciplina é considerada uma qualidade de comportamento, portanto, algo que pode ser modificado a partir da decisão e da persistência firme de cada um de nós.
Somos o que repetidamente fazemos, forjamos o caráter nas atividades diárias, e estas construirão nosso destino.
De acordo com o conceito clássico, disciplina é um regime de ordem. Em outras palavras, é um sistema onde os acontecimentos se processam como previamente determinado. Quando a disciplina está presente, aquilo que foi proposto será executado, não há dúvidas quanto a isso.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Francis Asbury

Francis Asbury é considerado o pai do metodismo nos Estados Unidos da America.
Ele viajou por milhares de quilômetros durante a pós-revolução na América quando a viagem era realmente viajar.
Ele sempre estava preocupado com o tempo. Se conseguisse achar dois lugares para pregar durante o dia ficava Feliz. Se achasse três ou mais, melhor.
Francis acreditava que a Igreja deveria ser formada por crentes renascidos e separados do mundo, que cressem na concreta ação purificadora do Espírito Santo após o Novo nascimento que se evidenciaria por uma vida de santidade.

Francis tinha três grandes estratégias para a evangelização:

1º Ampla utilização de pastores intinerantes.

2º O uso de conferencias trimestrais e anuais.

3º Acampamentos interdenominacionais.

Quando Asbury chegou nos EUA, existiam 1.160 metodistas. Quando ele morreu, havia 214. 235. Ele ordenou mais de 3 mil pastores e pregou mais de 17 mil sermões.

Em 1951, a Comissão Nacional de publicações Históricas do Governo dos EUA escolheu os 66 grandes americanos, cujos escritos deveriam ser preservados.
Entre eles estavam George Washiton, John Adams, Tomas jefferson, Abraham Lincoln e Francis Asbury.

Ele aconselhava os pregadores a manter um cronograma rígido:

1- levantar-se as quatro horas da manhã todos os dias.

2- Orar todas as manhãs das quatro as cinco e novamente a tarde, das cinco as seis.

3- Ler a Bíblia todas as manhãs, das seis até ao meio-dia, com uma hora para o café da manhã, assim alimentando a mente e a alma com a Bíblia e com bons livros.


A Vida que faz a diferença

Quando estudamos a vida de homens e mulheres que caminharam com Deus.

Vemos um estilo de vida comum onde sobressai:

1- A disciplina de orar habitualmente

2- O constante estudo da palavra de Deus

3- O Jejum

4- O zelo da evangelização,

5- Doação sacrificial

6- A compaixão pelas pessoas

Esse são traços que reforçaram e compeliram sua santidade.
Uma profunda e permanente consciência da presença do Senhor também era comum na vida deles.

Esses homens e mulheres de fé passaram do egocentrismo ao desprendimento, da fadiga e do desgosto em trabalhar a alegria radiante em servir, da derrota íntima à vitória avassaladora e ao amor transbordante, na Plenitude do Espírito.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Por que o Pecador deve Nascer de novo?

"Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus."(João 3:3-7)

O homem é um espírito caído. Um espírito caído precisa renascer para tornar-se um novo espírito.

O homem foi criado com um espírito a afim de poder ter comunhão direta com Deus.

O espírito do homem ainda existe mas está separado de Deus, sem poder se comunicar com Deus.

Espiritualmente falando, o espírito do homem está morto.

A sua queda o fez ser um homem carnal (Gn 6:3).

Nenhuma religião deste mundo pode melhorar este Espírito humano caído.

Nem ética, cultura ou lei pode leva-lo de volta a posição espiritual.

O homem hoje vive em uma posição Carnal.

Somente o Filho de Deus pode nos restaurar a Deus, pois Ele derramou seu sangue para nos purificar de todo pecado e nos dar uma nova vida.

No momento em que o pecador crê em Jesus ele nasce de novo. A regeneração de um pecador ocorre em seu espírito.

A obra de Deus começa, sem exceção, dentro do homem. A obra de satanás começa do exterior para o interior.

O propósito de Deus, é sair do espírito invadir a alma e o corpo do homem.



terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A Vingança do Amor


A Vingança do Amor
Meu nome é Dabousu. Nasci na França e durante a Segunda Guerra Mundial defendi minha Pátria nos campos de batalha.
No ano de 1944 fui feito prisioneiro pela Gestapo (polícia alemã) e fui condenado à morte. Considerando que era casado e tinha quatro filhos, não me mataram, mas fui levado a um campo de concentração e condenado à cadeia perpétua.
Depois de nove meses, pesava somente 40 quilos. Meu corpo estava coberto de chagas. Quebrei o braço direito, e, devido á falta de recursos médicos, o osso se soldou fora do lugar.
No da 24 de dezembro meus pensamentos estavam, mais do que nos outros dias, voltados para minha família. Eu estava no meio da depravação e da sujeira e, em contraste, imaginava como estariam minha esposa e filhos. Mergulhado nestes pensamentos, um policial entrou no pavilhão onde eu e os presos dormíamos. Gritou meu nome. Apresentei-me a ele e me deu ordem para segui-lo. Levou-me à casa do comandante. Guiou-me até a sala de jantar onde o comandante estava assentado perante uma mesa preparada como se fosse o banquete de um rei. Que visão maravilhosa para os meus olhos famintos! No entanto, não me ofereceu sequer as migalhas.
Deixou-me parado, fitando-o, enquanto se regalava com as várias iguarias que estavam sobre a mesa. Assim passou o tempo; ele comendo e eu olhando-o.
Certamente, o comandante sabia que eu era um cristão no Senhor Jesus Cristo e escolheu esta maneira de torturar-me. Deve ter chegado a ele a notícia de que eu falava de meu Salvador a meus companheiros. Satanás tentou-me de maneira terrível. Soavam em minha mente estas palavras: "Como é, Dabousu, continuas crendo no Salmo 23? Nele não está escrito: "O Senhor é meu Pastor, NADA ME FALTARÁ?". Naquele momento orei fervorosamente ao Senhor, ao mesmo tempo que dizia para comigo mesmo: Sim, continuo crendo no Salmo 23. Continuo crendo na Palavra de Deus".
Naquele preciso momento, um rapaz chegou trazendo uma bandeja com uma xícara de café e vários pastéis. Os pastéis pareciam bem saborosos e o comandante comia-os com muita satisfação. Voltou-se para mim e me disse: "Sr. Dabousu, sua senhora é uma excelente cozinheira. Dou-lhe os meus parabéns por seu trabalho".
Quando o comandante percebeu que eu não o entendia foi mais explícito: "Há sete meses que sua esposa está enviando-lhe periodicamente um pacote com biscoitos, pastéis, tortas e todas estas coisas que está vendo sobre a mesa. Tenho apreciado muito a comida de sua esposa".
Agora eu estava entendendo o que ele quis dizer-me. Pensei em minha querida esposa e nas crianças. Do pouco que certamente teriam para comer, abstinham-se do melhor para que eu tivesse alguma coisa para comer. E ali estava um homem enchendo seu estômago com ricos manjares à custa de minha querida família.
Mais uma vez, o diabo veio tentar-me. A voz do tentador soava em minha mente: "Odeie-o, Dabousu, aborreça-o, maldiga-o, grite, bata nele..." Eu orei fervorosamente e Deus me ajudou. Nenhum sentimento de ódio encheu meu coração, porém, eu ansiava que ele me convidasse para comer. Mesmo que não me desse nada para comer, que pelo menos deixasse pegar naqueles alimentos feitos carinhosamente pelas mãos de minha esposa. Mas o comandante egoísta e glutão comeu tudo e depois me dirigiu palavras grosseiras. Finalmente, disse-lhe: "Senhor comandante, embora o Sr. tenha tantas coisas, na realidade é pobre. Quanto a mim, sou rico, pois sou salvo pelo sangue precioso do Senhor Jesus Cristo".
Após ouvir meu testemunho, seu furor acendeu-se contra mim de tal maneira que suas palavras passaram a cair sobre mim como uma cachoeira. Mandou-me de volta para o pavilhão, junto com meus companheiros.
Quando terminou a guerra fui libertado junto com os outros prisioneiros. Daquele dia em diante me propus a descobrir o paradeiro do comandante. A maior parte dos comandantes dos campos de concentração foram mortos. Este, porém, tinha escapado usando um disfarce. Durante mais de dez anos o procurei, até que por fim consegui descobrir seu paradeiro. Fui visitá-lo, acompanhado de um pregador do Evangelho. Inicialmente, fingiu não me reconhecer.
"Eu era o número 175 no registro do campo de concentração", disse-lhe eu. "O Sr. não se lembra do dia 24 de dezembro de 1944?"
Como uma folha estremecida pelo vento, o homem começou a tremer. Sua esposa, que estava a seu lado, ficou cheia de pânico. "Veio para vingar-se?", disse-me ela com voz temerosa e fraca. Eu respondi: "Sim, vim para vingar-me". Olhou-me atemorizada.
Abaixei-me para pegar um pacote que eu tinha trazido, abri-o e apareceu uma magnífica torta feita por minha esposa. Pedi à Sra. do comandante que nos preparasse um café. Quando ficou pronto, os quatro nos assentamos à mesa.
Enquanto comíamos, os olhos do antigo comandante se encheram de lágrimas. Implorou-me que o perdoas-se. Respondi-lhe: "Ali mesmo, enquanto o Sr. me perseguia, eu o perdoei em nome do Senhor Jesus Cristo".
Um ano mais tarde, o antigo comandante juntamente com sua esposa aceitaram o Senhor Jesus como seu Salvador. Continuaram na fé e deram evidências de que tinham nascido de novo. Guiados pelo Espírito Santo, eles entenderam o amor de Deus, derramado em nosso coração. Este mesmo amor nos ajuda a obedecer as palavras do Senhor Jesus Cristo. "Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos de vosso Pai celeste (Mateus 5.44-45)"
Fonte: Revista Plenitude nº 21 – Agosto/1984

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Recomendações de Charles Finney


O famoso pregador Charles Finney ensinava seus alunos sobre técnicas de pregação para que ninguém pudesse ser salvo. Se você não quer ver pessoas salvas, use as dicas abaixo.

1. Que sua motivação para pregar seja a sua popularidade e não a salvação das pessoas.


2. Procure agradar a sua congregação, mantendo diante dela uma boa reputação em vez de agradar a Deus.


3. Pregue sobre coisas que o povo gosta, sobre temas sensacionais que atraiam as pessoas, e evite pregar a essência da doutrina da salvação.


4. Seja discreto na hora de denunciar o pecado, e nem mencione os pecados que assolam sua congregação.


5. Pregue apenas sobre o amor e as virtudes da glória celestial, e não mencione sobre os perigos do pecado.


6. Reprove os pecados dos que não estão no culto, e faça com os que estão nos cultos sintam-se bem consigo mesmos, para que seu sermão lhes agrade e não deixem o culto com seus sentimentos machucados.


7. Dê a entender aos crentes mundanos, membros da igreja de que Deus é bom demais para mandá-los pro inferno, se é que este existe.


8. Pregue sobre a fraternidade universal de Deus e a fraternidade dos homens e não fale a respeito da necessidade de um novo nascimento.