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sábado, 17 de março de 2018

Como José venceu as tentações?

Como José venceu as tentações?

Tempos difíceis onde os sonhos parecem nebulosos tentarão fazer você esquecer de Deus, atalhos irão tentar atrai-lo, muitas vezes chamarão você, porém resista você tem um destino.

Como José venceu as tentações?

1- Porque tinha consciência da presença de Deus.

Gêneses 39:9 - como pois faria eu tamanha maldade, e pecaria contra Deus?

2- Não dando ouvido as insinuações da mulher de Potifar.

Gênesis 39:10 - E aconteceu que falando ela cada dia a José, e não lhe dando ele ouvidos, para deitar-se com ela, e estar com ela...

3- Fugindo da aparência do Mal.

Gênesis 39:12- E ela lhe pegou pela sua roupa, dizendo: Deita-te comigo. E ele deixou a sua roupa na mão dela, e fugiu, e saiu para fora.

Um caráter aprovado surge quando você resiste a pressão da carne, diabo e do mundo.

Schopenhauer e sua Filosofia pessimista

Schopenhauer e sua Filosofia pessimista


Artur Schopenhauer (1788-1860) foi um filósofo Alemão do século XIX, ele é mais conhecido por sua obra principal "O mundo como vontade e representação" (1818).

Sua Filosofia era sarcástica e pessimista.

Ele recomendava uma vida ascética, porém vivia cercado de luxo e luxuria.

Schopenhauer afirmava que existia um mundo de aparências, mas por trás existia uma vontade fria, escura, inflexível e irrefletida.

Segundo ele, todos nós temos a oportunidade de ver além do mundo das aparências, olhando para dentro de nós mesmos.

Na visão de Schopenhauer o mundo era conduzido por um mal cego e só podia ser combatido com recolhimento ascético.

Sua Filosofia introduziu a filosofia indiana na metafísica alemã.

Schopenhauer exerceu influência em várias figuras como Wagner, Freud, Tolstoi, Nietzche e Burkhardt.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Pegando Emprestado Olhos Alheios

Pegando Emprestado Olhos Alheios

Certa vez, um grande amigo do poeta Olavo Bilac queria muito vender uma propriedade, de fato, um sítio que lhe dava muito trabalho e despesa. Reclamava que era um homem sem sorte, pois as suas propriedades davam-lhe muitas dores de cabeça e não valia a pena conservá-las. Pediu então ao amigo poeta para redigir o anúncio de venda do seu sítio, pois acreditava que, se ele descrevesse a sua propriedade com palavras bonitas, seria muito fácil vendê-la.
E assim Olavo Bilac, que conhecia muito bem o sítio do amigo, redigiu o seguinte texto: 
"Vende-se encantadora propriedade onde cantam os pássaros, ao amanhecer, no extenso arvoredo. É cortada por cristalinas e refrescantes águas de um ribeiro. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda."
Meses depois, o poeta encontrou o seu amigo e perguntou-lhe se tinha vendido a propriedade.
"Nem pensei mais nisso", respondeu ele. "Quando li o anúncio que você escreveu, percebi a maravilha que eu possuía."
Algumas vezes, só conseguimos enxergar o que possuímos quando pegamos emprestados os olhos alheios.
Olavo Bilac

terça-feira, 17 de outubro de 2017

O ATEÍSMO PROVOCOU MINHA TENTATIVA DE SUICÍDIO - RAVI ZACHARIAS

O ATEÍSMO PROVOCOU MINHA TENTATIVA DE SUICÍDIO - RAVI ZACHARIAS

Nasci numa família indiana e fui criado na índia. Meus antepassados eram sacerdotes da mais alta casta do hinduísmo, no extremo sul daquele país. A religião está engastada na cultura indiana, e a índia provavelmente produziu mais religiões que qualquer outra nação da terra. Só o hinduísmo vangloria-se de ter 330 milhões de deuses em seu panteão. Por conseguinte, uma vida inteira de observância de cerimônias, rituais, superstições e tudo que se refere a essa visão de mundo fizeram-me rejeitar por completo toda crença no sobrenatural. Muitas e muitas vezes eu me perguntava como as pessoas podem de fato acreditar no que dizem que acreditam; e surpreendia-me com o evidente compromisso das massas com a credulidade.

É costume dizer que a Índia é o país mais religioso do mundo. Talvez seja verdade, contudo muita gente na índia vive na prática como ateu. Eu era uma dessas pessoas.

Eu achava que a religião era uma chatice total. Ouvir a ladainha dos sacerdotes — quer hindus, quer budistas, quer cristãos, quer quaisquer outros — , que me pareciam vacuidades, fazia-me ficar ansioso por fugir do que eles chamavam de edifícios sagrados. Eu considerava as crenças deles superstições geradoras de medo, um meio de lustrar o ego dos autores e controlar seus seguidores, pois um mantra repetido com suficiente frequência acaba se tornando indispensável para a existência. 

O "guruísmo" dos dias atuais, principalmente o da espécie que chamo de "tipo Exportação", viceja na índia hoje porque o secularismo vivido na Europa e exportado para o mundo deixa o interior do indivíduo arruinado e o torna vulnerável a todo tipo de crença. Em termos nietzscheanos. Deus para mim era um ser fabricado. Era isso, pura e simplesmente.

O ATEÍSMO PROVOCOU MINHA TENTATIVA DE SUICÍDIO

Albert Camus começa seu ensaio filosófico O mito de Sísifo com estas palavras: "Só existe um problema filosófico realmente sério, que é o suicídio. Decidir se a vida é digna ou não de ser vivida é responder à pergunta fundamental da filosofia". É uma pergunta assustadora. Na verdade, à medida que eu seguia o ateísmo para a sua conclusão lógica na minha própria vida enquanto eu crescia, ela passou a ser a minha pergunta.

Tragicamente, dois de meus amigos íntimos da faculdade já haviam conseguido êxito na tentativa de suicídio — um era herdeiro de uma empresa muitíssimo bem-sucedida, o outro, alguém que agia por pura falta de objetivo. Então, chegou a minha vez — uma tentativa atrapalhada que me fez parar num leito de hospital em Nova Délhi, com os médicos lutando para me manter vivo. Foi nessa condição inferior que recebi uma Bíblia e alguém leu a história do evangelho para mim.

Confiei no Cristo das Escrituras e hoje, quatro décadas mais tarde, depois de ter viajado pelo mundo dezenas de vezes, falando em muitos países e lecionando em muitas universidades, descobri que Jesus é mais belo e mais atraente do que nunca.

Isso não significa absolutamente nada para os novos ateus.

Mas para mim e para minha família e, eu ousaria dizer, para dezenas de milhares de outras pessoas em cuja vida Deus me deu uma pequena participação, significou a diferença entre o desespero e a esperança. Esse Jesus, que encontrei num momento de experiência, eu testei durante anos de estudo e de procura de conhecimento. Sua definição da natureza da realidade e de tudo do meu próprio coração satisfaz a toda prova de verdade a que submeti o ensino. Tenho tanta certeza de minha experiência com ele quanto tenho de minha existência. Não é de admirar que as pessoas comuns do tempo de Jesus o ouviam com alegria nem que, quando os marginalizados pela sociedade eram trazidos a ele para ser julgados, ele lhes dizia palavras de consolo e condenava os seus acusadores.


Biografia

Frederick Antony Ravi Kumar Zacharias (Chenai, 1946), evangelista e apologeta cristão nascido na Índia, emigrou para o Canadá aos vinte anos e vive atualmente nos EUA. Zacharias é autor de vários livros, incluindo o premiado "Pode o homem viver sem Deus?" (Can Man Live Without God?) e "Por que Jesus é diferente?" (Jesus among other gods). Zacharias preside o Ravi Zacharias International Ministries, apresenta o programa de rádio semanal "Let My People Think" e é professor visitante do Wycliffe Hall of Oxford onde leciona apologética e evangelismo.

Fonte: A morte da razão – Ravi Zacharias