segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Pr Luiz Sayão A igreja que queremos ser

Ev Edson Teixeira Cuidado com seus Sentimentos, Não pegue atalhos

Pr Abe huber O poder do propósito

Capítulo um do livro o Espírito de Liderança, Myles Munroe (tradução independente do inglês) parte VI

Capítulo um do livro o Espírito de Liderança, Myles Munroe (tradução independente do inglês) parte VI

A ORIGEM DO NOSSO ESPÍRITO DE LIDERANÇA

Quando fomos criados recebemos em nossa própria natureza o espírito de liderança derramado da própria natureza do criador, sendo essa a origem do nosso espírito de liderança. Nesse sentido, somos a imagem e semelhança do Deus criador. Como o Criador é proposital, organizacional e criativo, fomos projetados para sermos igual.

Você deve decidir qual conceito de origem você aceitará como base para sua vida. Somente você pode escolher o que você acredita sobre você e a natureza humana, bem como a natureza de Liderança. A liderança é apenas para os fortes que são capazes de vencer os fracos, ou talvez apenas para aqueles que recebem pelo destino? Ou é liderança uma parte inerente do nosso projeto como seres humanos? Minha experiência e observações da humanidade apoia a última crença e é a base para o que eu descrevo no resto deste livro como nossa vocação humana.

Eu acredito que você e eu fomos criados para liderar. Liderança é inerente à nossa natureza e é fundamental para nossas origens e destino. Em parte porque a nossa sociedade contemporânea aceitou uma mentalidade de "sobrevivência do mais apto", muitos de nós acreditam em certos mitos sobre a liderança. Essas ideias têm sido reforçadas por nossas famílias, culturas e nações. Além disso, grande parte das bases teóricas para nossas crenças sobre a liderança é derivada dos pensamentos de grandes filósofos gregos, como Platão, Aristóteles e Sócrates.

Durante o auge da idade dourada do período helenístico, a natureza humana, desenvolvimento social, controle e manejo das massas, o estudo das estruturas governamentais para o desenvolvimento nacional foram o assunto de grande debate e pesquisa. A arte da liderança foi um dos principais temas estudados e discutidos, e as conclusões foram tão potentes que a maioria das crenças dos nossos dias atuais, filosofia e conceitos de liderança e governo pode ser rastreados até as ideias desses filósofos.

Esta questão é de vital importância porque nossas crenças, convicções e ideias formam nossas filosofias pessoais e servem como a fonte de nossas percepções de nós mesmos e de outros, como bem como da própria vida. Essencialmente, nossas filosofias determinam a maneira que pensamos. Na verdade, vivemos nossos pensamentos e manifestamo-los em nossas atitudes em relação a nós mesmos e aos outros. Nós não podemos viver além dos nossos pensamentos e convicções.
Acredito que muitas das nossas teorias atuais de liderança produziram uma série de mitos que devem ser entendidos, estudados e desafiados. Muitos "gurus" da liderança se identificaram e articularam esses mitos.

Esses mitos podem ser resumido da seguinte forma:

Mito # 1
Teoria do nascimento:
"Líderes nascem, não feitos".
Esta teoria é a crença de que a liderança é o resultado de traços especiais de nascimento inerentes à personalidade e à natureza do indivíduo. Isso implica que alguns humanos nascem com qualidades únicas que os destinam à liderança, enquanto os outros - a maioria, que não possui esses traços - estão destinados a ser liderados. Este conceito nos leva a deificar nossos líderes como homens e mulheres que são essencialmente diferentes de nós e, portanto, superiores para nós. Esta filosofia resulta em nosso bloqueio nosso potencial, limita nosso desenvolvimento, esmaga nossa capacidade de liderança, terceirizando nossa vida para o controle, limitação e manipulação de outros. Quando isso acontece em um nível cultural, pode impedir o crescimento da próxima geração de líderes de nossos países.

Mito # 2:
Liderança da Providência
Existe a crença de que certas pessoas são escolhidas pelos "deuses" e nomeados para o cargo de liderança da elite sobre as massas escravas. Em essência, a liderança é reservada para os poucos escolhidos por um poder divino para controlar, administrar e dirigir a vida, o futuro, fortunas e aspirações dos não escolhidos.

Mito # 3
Liderança é o resultado de uma personalidade carismática
Esta é a teoria de que apenas certos indivíduos que possuem uma medida única de carisma; que exibem traços especiais, como uma forte força de vontade; são extrovertidos e magnéticos oradores, quem possuem esses traços são líderes. A dificuldade com essa teoria é que, em todas as gerações, surgem significativos líderes que não apresentam os traços carismáticos celebrados por esta filosofia. Em muitos casos, os líderes emergem de circunstâncias únicas sem manifestar qualquer carisma especial. Às vezes, é preciso uma crise para alguém avançar e revelar sua capacidade de liderança.
O status passado ou presente de algumas pessoas como líderes não deveria evite reconhecer que outras pessoas – incluindo nós próprios - somos potenciais líderes em esferas ou circunstâncias particulares da vida.

Mito # 4
Liderança é o produto de uma Personalidade Forte
Esta teoria surge da crença de que a liderança é o resultado de uma pessoa autoritária, calculista, fria, impaciente e temperamental.
Essa falsa percepção vem da ideia de que as pessoas são fundamentalmente incompetentes e naturalmente preguiçosas e têm de ser forçadas, ameaçadas e manipuladas por seus líderes e gerentes para alguma coisa ser realizada. No entanto, a evidência sempre desafiou essa crença, mostrando que as pessoas são mais produtivas e cooperativas quando são inspirados em vez de manipulado pela liderança.

Mito # 5
Liderança é o resultado de trilhas especiais
Esta é a crença de que os líderes são produzidos através de cursos educativos e treinamento. Muitas pessoas sentem que eles têm que ter um MBA ou participar de conferências de liderança para poder liderar os outros. Não há nada de errado com tal treinamento, em si mesmo. No entanto, como escrevi na introdução, a liderança não é uma técnica, um método, um estilo ou a aquisição de habilidades. É a manifestação de uma atitude baseada no conhecimento de quem você nasceu para ser. Sua atitude sobre quem você é tem um tremendo impacto em sua vida diária.

Nós permitimos circunstâncias, outras pessoas e nossas próprias crenças infundadas bloquearem nossa tendência natural de liderança. Nunca devemos permitir que ninguém imponha suas ideias de quem devemos ser, manipulando nossa personalidade. Outros podem estar em posições de autoridade sobre nós, e devemos respeitar, mas isso não significa que devem sufocar nosso potencial inerente como líderes.

Neste livro, vou apresentar uma filosofia alternativa de liderança que desafia as teorias acima e os tradicionais conceitos de potencial de liderança. Chamo essa teoria de "inerente natureza da liderança”.

A essência da liderança, novamente, não está em técnicas para controlar e manipular pessoas, que parecem ser popular no treinamento de liderança hoje. Todos os cursos universitários de administração, toda a liderança e métodos que você aprende assim como todos os seminários de gerenciamento, podem ajudar você e dar-lhe informações, mas não podem tornar você automaticamente um verdadeiro líder.


A verdadeira liderança é uma atitude que naturalmente inspira e motiva os outros, e vem de uma interiorizada descoberta sobre você. Você não pode "aprender" atitude. E se alguém aprende atitude, é chamado de condicionamento ou mero consentimento mental. Isso não é liderança. Você pode condicionar um animal a fazer algo para ser recompensando ou ameaçando com um resultado externo. Mas uma atitude é uma perspectiva, uma motivação ou um desejo que vem de dentro e não se baseia em uma consequência externa temporária. É algo profundamente pessoal e interno que influencia e transforma seu pensamento sobre você sua capacidade, valor, autoestima, visão sobre a vida, ações e percepções dos outros.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Capítulo um do livro o Espírito de Liderança, Myles Munroe (tradução independente do inglês) parte V


LIDERANÇA E NOSSAS CRENÇAS SOBRE A ORIGEM

A partir de aonde vem à maioria de nossas atitudes em relação à liderança? você acha que é um líder ou não? As ideias sobre liderança são uma resposta condicionada ao seu sistema de crença. Geralmente, nos ensinaram que a liderança é reservada para um grupo exclusivo de pessoas que foram escolhidas a dedo pelo destino para controlar, dominar e subordinar as massas. Eu quero demonstrar que contrariamente à opinião popular a liderança não é um clube de elite para alguns, é na verdade a essência de todos os seres humanos.

Descobri que os conceitos das pessoas de sua origem frequentemente influenciam a maneira como eles pensam sobre si mesmos, incluindo suas ideias sobre seu potencial de liderança.

Em nosso mundo, existem duas principais teorias sobre origem: evolução e criação.

Existem várias variações para a teoria evolutiva, mas muitos evolucionistas acreditam que o universo foi formado como um resultado de uma explosão de energia, isso é conhecido como a teoria do big bang, segundo essa teoria ao longo de milhões de anos, a vida microscópica desenvolveu-se na terra, da qual surgiram espécies de animais que sofreram mutações, com as espécies mais fortes vencendo as mais fracas em uma subjugação do mais forte. Neste ponto da nossa história, os seres humanos são os mais avançados das espécies.

De acordo com essa teoria os seres humanos são na sua essência, amebas sofisticadas. Não existe um propósito específico para a vida, pois apenas existimos como resultado de forças evolutivas da natureza. Esta teoria também apoia a ideia de que aqueles que são mais fortes - fisicamente, intelectualmente ou criativamente - estão destinados a liderar e controlar outros, enquanto o resto está destinado a serem seguidores.

A outra grande teoria da origem da humanidade é a criação. Esta ideia esta apoiada na criação da terra, vegetação, animais, e seres humanos por um ser inteligente. Alguns criacionistas acreditam que o Criador fez o mundo e depois o deixou para se desenvolver sozinho sem sua interferência, enquanto outros acreditam que o arquiteto da terra ainda está ativamente envolvido nela e fez a humanidade com uma natureza e propósitos específicos, este conceito apoia a ideia de que cada pessoa tem um papel e contribuição para fazer, independentemente da sua posição na vida e nível atual de poder e habilidades.

A evolução ainda é uma teoria, não foi comprovada cientificamente apesar de reivindicar tal façanha. É muito interessante que a experiência e a intuição do ser humano desafiam a premissa do conceito evolutivo, o intrincado design dos seres humanos e a natureza ordenada do universo não o suporta.
A alternativa é que deve haver algo maior que deu começo a um processo criativo mais sofisticado do que o processo arbitrário da evolução. 

Os escritos antigos conforme registrado no primeiro livro escrito por Moisés apresenta um argumento mais plausível e razoável explicando nossas origens: somos os produtos de um Ser Supremo altamente inteligente e criativo. A proposição nos dois primeiros capítulos do Gênesis é que Deus criou pessoalmente os seres humanos propositalmente sua própria imagem e semelhança e depois lhes disse que fossem frutíferos, preenchessem a terra e governassem sobre isso. Eles deveriam ser mordomos da terra, responsáveis pelo seu cuidado e bem-estar. Devemos notar que o Criador projetou seres humanos à sua imagem e semelhança depois que ele fez a vegetação e os animais, separando-se especificamente ele do resto da criação de algumas maneiras importantes.


A palavra antiga diz que ele trouxe à criação a existência com declarações como "Disse haja luz" ou "Disse que a terra produza criaturas vivas". No entanto, quando chegou a hora particular de criar o homem, ele disse: "Vamos fazer o homem em nossa imagem e à nossa semelhança.” Os seres humanos foram às únicas criaturas que foram feitas à imagem e semelhança de seu Criador. Isso significa que eles têm em sua natureza características da natureza do seu criador como: a capacidade de planejar com antecedência, imaginar, criar e administrar eficazmente, em outras palavras, ser feito em sua imagem e semelhança significa ter a natureza ou espírito de liderança.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

As últimas palavras do Dr. Myles Munroe



As ultimas palavras do Dr. Myles Munroe

Dois meses antes de ser morto num acidente de avião em 9 de novembro, o pregador motivacional Myles Munroe escreveu um comunicado à imprensa contra uma parada gay em sua pátria, as Bahamas — uma mensagem tão poderosa que a mídia secular inglesa a mencionou em suas reportagens sobre a morte dele. Em artigo intitulado “Myles Munroe: Preacher who outraged many with his views on women and gays” (Myles Munroe: O pregador que revoltou muitos com suas opiniões sobre as mulheres e os gays).

Leia o incrível texto de Myles Munroe:

Comunicado à imprensa: “Homossexualidade — Fobia ou Princípio”

Dr. Myles Munroe
31 de agosto de 2014
Com o pretexto de “Direitos Civis” e “Direitos Humanos” a minoria LGBT decidiu “celebrar” publicamente a civilidade do estilo de vida e preferência sexual que eles escolheram de forma bastante exclusiva. Não tenho certeza qual é a missão ou metas deles nessa campanha, mas obviamente eles têm recebido incentivo e motivação suficiente para tentar algo que 90% das Bahamas e seu povo consideram inaceitáveis e viola suas convicções, posturas morais e valores comuns.
Talvez seja útil primeiro fazer uma pergunta simples, mas profunda: “É civilizado, certo, racional, lógico e saudável promover uma causa, estilo de vida ou prática de uma conduta que pode no final causar a extinção da raça humana? É insanidade exigir a “celebração” de sua própria extinção.
Não tenho certeza acerca do papel que o governo, líderes governamentais, ministérios do turismo ou outros partidos desempenharam ou o incentivo, se é que houve, que eles podem ter fornecido para essa manifestação social provocadora, mas acredito que isso deve ser tratado a partir da perspectiva não de alguma posição religiosa, mas em vez disso a partir da preocupação por nossa estrutura social muito frágil que é mantida unida por valores e padrões morais que fornecem o sistema para uma sociedade saudável nas Bahamas.
Há também uma preocupação com relação à assistência, apoio e promoção dessas campanhas por parte de organizações internacionais e indivíduos, inclusive agências de viagem e organizações de promoção do turismo. Os cidadãos das Bahamas têm um direito legítimo de serem e expressarem suas preocupações nesses assuntos.
Penso que é perigoso, impróprio, imaturo e insincero acusar de ter fobia — ou medo — alguém que tem preocupações profundas com tentativas de se impor, forçar ou estabelecer um conjunto de valores, padrões, tendências morais ou estilo de vida que podem drasticamente mudar e de forma muito real desestabilizar o alicerce de uma sociedade.

A bênção da fobia

Um dos maiores mecanismos naturais da capacidade humana para sobrevivência e segurança é o elemento do medo. Sem a capacidade de ter “medo” ou “pânico” a espécie humana não consegue se proteger contra ameaças. A beleza do medo é que é uma qualidade humana inerente que protege contra o perigo e extinção. A fobia é inerentemente boa.

Homofobia: conceito errado e enganação

Não existe maior dano para a dignidade humana do que a enganação. Em toda a história o poder da enganação arruinou milhões de vidas, iniciou guerras mundiais e até mudou o clima das nações. Em nosso mundo pós-moderno há uma enganação colossal invadindo a própria estrutura moral das nações e desmantelando a própria essência da existência natural da humanidade. Na verdade, essa enganação está ameaçando a extinção da humanidade. O que é estupendo é que essa enganação não é nova, mas surgiu no contexto da existência humana no planeta há muito tempo, cinco mil anos atrás. No entanto, apesar da realidade de sua existência, historicamente sempre manteve seu lugar às margens da grande sociedade.
Qual é essa enganação? É a atração e relações anormais entre espécies humanas do mesmo sexo ou gênero tentando normalizar o anormal sob o pretexto de ser normal. Ainda que essa conduta anormal se disfarce de muitos rótulos, geralmente é descrita como homossexualidade. A própria palavra incorpora sua premissa básica e essa premissa é: é principalmente um impulso sexual. Os que decidiram adotar, praticar, incentivar, se entregar e sucumbir às paixões desse sexo e desejam honrar, promover e civilizar esse “estilo de vida” se tornaram, na geração passada, mais agressivos, ao ponto de usarem violência em alguns casos. Essa estratégia parece ser provocar medo, agressões psicológicas e passar uma imagem de autocompaixão e abuso. Termos como fanático, crime de ódio, mente fechada, conservador, anti-humano, anti-direitos civis, bullying, e o mais comum, fobia, são usados para isolar a maioria dos seres humanos, retratando-os como gente que não ama, insensíveis, impiedosos, odiadores de seres humanos, sem compaixão e incivilizados.
Minha opinião é que essa acusação de “homo-fobia” é a maior enganação de todas. Sua intenção é fazer com que os que são considerados “normais” sintam culpa por serem normais. Essa enganação é injusta, desonesta e perigosa. Seu efeito é fazer com que a maioria dos seres humanos se sinta culpada por não aceitar, glorificar e honrar essa conduta humana “anormal.”
Tenho certeza de que perguntarão: “O que é ‘anormal’ e quem define o que é ‘natural’?” É essencial compreender que o que é natural não pode e não precisa ser definido. O natural é simplesmente o estado normal da criação que se manifesta por sua essência natural. Em outras palavras, a natureza se define. O que a natureza define é também o que é considerado “normal.” O normal é aquilo que é o resultado do curso natural da vida como obras da natureza ou criação em se sustentar. Portanto, a fonte do “natural” ou “normal” é a própria criação e qualquer opinião emitida por um gênio humano não pode mudar o que é natural.
Talvez seja também importante observar que a palavra raiz da qual derivamos nossa palavra moderna “Lei” é a palavra “norma.” A conclusão óbvia é que toda a natureza é a fonte da lei natural e portanto define qual é a referência para a criação de qualquer lei humana que tente interferir com a própria natureza. É também importante notar que qualquer lei feita pelos homens é ignorada pela natureza.
A sexualidade humana é um produto da criação natural e se expressa como normal, não precisando pois de definição. Qualquer desvio do natural é geralmente considerado como “anormal” ou “contrário à natureza.” Na natureza sempre haverá exceções e essas devem ser reconhecidas como tais. Mas mesmo as exceções precisam ser definidas de forma adequada, pois até na natureza há uma reação natural inerente para proteger sua sobrevivência minimizando o impacto da exceção. Todas as exceções na natureza são naturais e não por escolha.
À luz dessa realidade natural, por que a homossexualidade deveria ser considerada “contrária à natureza” e talvez “anormal”? Talvez a resposta esteja na própria descrição da homossexualidade como “um estilo de vida.” Ser heterossexual não é um estilo de vida, mas um derivado natural da natureza e não por escolha. Estilos de vida são “escolhidos” ou um resultado de “circunstâncias,” mas nunca um produto da natureza. Podemos escolher estilos de vida, mas nunca nossa natureza.
A definição natural de “contrário à natureza” é aquilo que não é um produto da própria natureza, e aquilo que não pode de forma natural se reproduzir na criação. Talvez esse seja o maior desafio da grande enganação da homossexualidade, o fato natural de que os membros do mesmo sexo podem se unir, viver juntos, expressar intimidade e até ter profundo envolvimento emocional um com o outro, mas a realidade é que eles nunca conseguirão, de modo natural, se reproduzir conforme sua espécie. É esse fato, verdade e realidade que torna esse estilo de vida “contrário à natureza.”
É essa verdade simples que transforma em desonestos e enganadores os que desejam perpetrar esse “estilo de vida” anormal de “orientação.” Não sou contra nem tentarei impedir nenhum ser humano que está decidindo praticar um “estilo de vida” específico ou tem inclinação de seguir certa conduta “anormal,” mas minha preocupação e argumentação é a tentativa deles de impor essa decisão nos que pela natureza são considerados normais.

A mentira da homofobia

É divertido que quando a maioria dos seres humanos responde e expressa sua discordância ou sua profunda preocupação sincera com a tentativa dos que adotam e praticam esse estilo de vida de impor esse estilo de vida humano “contrário à natureza” na sociedade, a resposta deles é interpretada como fobia ou medo.
Se essa acusação fosse feita por indivíduos ignorantes e desinformados talvez fosse motivo para dar risada, mas quando indivíduos inteligentes fazem essa alegação de fobia para uma pessoa inteligente responsável, temos de aceitar a ofensa em nível pessoal. Talvez o medo real seja o que eu chamaria de “verdadefobia” ou “realidadefobia.” Será que os que desejam ser considerados normais, aceitáveis, naturais e civilizados temem a verdade óbvia de que o que eles estão afirmando, reivindicando, promovendo e defendendo com lutas é por natureza anormal e contrário à natureza?
Entretanto, concordo com a acusação deles a partir de uma perspectiva. Sim, tenho medo de todo estilo de vida, orientação, preferência ou conduta que ameace a própria sobrevivência da raça humana. Será que os homossexuais não guardam no coração uma heterofobia que não ousam confessar? Os heterossexuais jamais tentam se impor na sociedade nem precisam brigar para serem reconhecidos.

O sequestro dos movimentos de direitos civis

O estilo de vida da homossexualidade e todos os outros nomes e rótulos que vieram a descrevê-lo, é tão antigo quanto o personagem bíblico Abraão, e era praticado por membros de comunidades de sua época mais de quatro mil anos atrás. Muitos na minoria homossexual que estão ainda envolvidos nesse estilo de vida parecem agir como se fosse uma causa nova pela qual eles nasceram para lutar. No começo da década de 1960 alguns indivíduos famosos da sociedade começaram a sair do que chamavam “armário” para se exporem para a comunidade maior como se para testar as águas. A reação da maioria da população naquele tempo foi de resistência e incômodo que ainda existem hoje apesar de afirmações ao contrário.
Essa resistência tem sido tão forte que aqueles que estão envolvidos no estilo de vida LGBT mudaram sua estratégia para serem aceitos pela sociedade. Antes, eles reivindicavam seus direitos sociais se expondo e impondo. Agora, eles recorrem à estratégia de fazer da questão homossexual uma questão de direitos civis. É interessante notar que depois de mais de 4000 anos da existência registrada desse estilo de vida e conduta contrária à natureza a resistência social ainda existe e tenho certeza de que continuará, não importa como a tão chamada sociedade tente disfarçá-la com trajes socialmente aceitáveis. A natureza nunca discordará de si mesma e nenhum direito comum ou lei legislativa conseguirá mudar a lei natural.
Com grande desapontamento tenho estado na varanda da história e observado com horror e choque o sequestro e estupro que vem sofrendo o que vimos a conhecer como os movimentos de direitos civis. O que tornou tudo isso mais angustiante foi ver muitos indivíduos que estavam ativamente envolvidos nesses movimentos históricos de resistência abandonando o sacrifício de muitos que morreram pelas causas nobres da dignidade humana pela maioria que estava sendo abusada, para usar o sangue deles para cobrir as exigências de minorias da sociedade para justificar e civilizar suas preferências egoístas contra a natureza.
Já provei o impacto negativo da opressão civil de um governo que desvalorizava a minha humanidade, mas isso acontecia não por causa de um estilo de vida que eu havia escolhido, ou uma conduta que era por orientação, ou uma disposição preferida, mas em vez disso uma realidade que era “natural.” Eu era vítima por pigmentação inerente… Eu nasci negro e não tive escolha no assunto. Nas Bahamas eu e minha família junto com a maioria da população das Bahamas sofríamos discriminação, éramos desvalorizados como seres humanos, éramos privados de direitos e oprimidos por um governo dominado por uma minoria.
Tenho com toda a minha lógica buscado compreender, mas ainda não consigo igualar a filosofia, ideologia ou propósito dos movimentos de direitos civis com a agenda do movimento homossexual. Acho que a tentativa de igualar os movimentos históricos de direitos civis com as reivindicações de direito para honrar, glorificar e aceitar como normal a prática de um estilo de vida que pode extinguir a raça humana é ilógica, desonesta e um abuso do sangue e sofrimento de prisão de muitos. É um sequestro dos ganhos pagos com o sangue de homens e mulheres de honra por uma conduta que não só é contra a natureza, mas também destrói a raça humana.

A opressão da maioria

O princípio fundamental dos movimentos de direitos civis era a liberdade e restauração da dignidade e valor da maioria de seres humanos oprimidos. A realidade é que historicamente era geralmente a imposição dos valores, preconceitos e ideologia desumana da minoria sobre a maioria que era o contexto e fonte da opressão e desvalorização dos seres humanos. Dá para considerar o contexto do atual movimento LGBT na mesma perspectiva, onde uma percentagem pequena e um segmento minoritário da população estão tentando impor sua ideologia, valores, moralidade e preferências sexuais pessoais contra a natureza sobre as convicções, padrões e valores morais e culturais comuns da maioria.
Talvez dava para se considerar isso como o novo governo de opressão do século XXI. Essa ideia parece ser ainda mais reforçada pela influência intrometida e exigências de globalização, a ONU e outros órgãos e agências mundiais que agora condicionaram sua oferta de assistência econômica nacional à conformidade social e cultural nacional que adota concessões com base em valores e moralidade.

A agenda dos meios de comunicação

O parceiro mais poderoso e perigoso da enganação é a percepção. O mundo dos meios de comunicação é realmente sobre o negócio e gerenciamento da percepção. Não dá para calcular o poder dos meios de comunicação. Não devemos também calcular mal nem minimizar o impacto desse poder para criar percepção. É por isso que em toda a história toda vez que havia a necessidade de controlar o ambiente mental ou criar uma realidade percebida, os meios de comunicação sempre foram usados como ferramenta crucial para exportar, importar e disseminar a enganação. Portanto, é importante que em nossa democracia moderna a exigência de verdade, transparência e objetividade nos meios de comunicação deva ser a principal preocupação de todos os cidadãos responsáveis.
Precisamos sempre estar vigilantes, como cidadãos que pensam de forma civilizada, para tomar cuidado com a agenda e preconceito coletivo dos meios de comunicação. Conforme já observei, em tempos recentes os meios de comunicação impressos e eletrônicos, tanto nacionais quanto internacionais, parecem preocupados com casos que promovam ou glorifiquem esse estilo de vida, favorecendo-o de forma proeminente e destacando-o múltiplas vezes. Parece haver não só desequilíbrio de opiniões e perspectivas, mas destaque especial. Tenho a esperança que todos os meios de comunicação vão querer fazer um esforço para publicar também as opiniões da maioria.

Chantagem intelectual e econômica

Parece também haver um aumento no uso de chantagem econômica e política na área de manipulações feitas por forças da minoria LGBT, que também inclui uma campanha difamatória intencional, tratando a maioria como fanáticos, odiadores dos seres humanos, intolerantes e intimidadores. Isso é uma deturpação desonesta e grave dos fatos. Há também o abuso de afirmações infundadas feitas pela minoria com relação a mudanças de tendências e atitudes para fomentar suas próprias posições. Isso é inacreditável. Aliás, parecer haver uma praga colossal de desonestidade intelectual, social, fisiológica e lógica. Não existe nenhuma confirmação científica conclusiva que confirme que a minoria que pratica esse estilo de vida, que sua condição é um assunto de biologia ou genética em vez de uma conduta que se aprende por hábito e que se torna um estilo de vida que eles preferem.
Vamos reiterar mais uma vez que a maioria da população na maioria dos países em toda a história e em nossa sociedade contemporânea são ignorantes com relação à existência de conduta anormal ou preferências anormais do estilo de vida homossexual. Esse estilo de vida e conduta é realmente uma velha estória com um truque ardiloso novo. O que a maioria não aprecia é a desonestidade e enganação que são usadas por aqueles que desejam impor sua vontade neles. Todo ser humano tem o direito de escolher seu estilo de vida contra a natureza, mas não deve exigir que o aceitemos como natural. Eles são livres para preferir qualquer orientação sexual anormal que desejarem, mas não devem nem podem exigir que nós, a maioria, a honremos promovendo-a ou glorificando-a como normal. Tudo o que a maioria quer é honestidade e a liberdade de expressar nossas preocupações, opiniões e posturas sem sermos rotulados de ignorantes, intolerantes, caipiras ou homofóbicos.
Traduzido por Julio Severo do comunicado público à imprensa de Myles Munroe: “Homosexuality – Phobia or Principle”