domingo, 26 de julho de 2009

Conheça mais os Puritanos

Puritanismo. O Que Foi?


O Puritanismo foi um movimento não organizado que envolvia cristãos zelosos, metódicos, idealistas, realistas, cultos, íntegros, com experiência espiritual profunda, práticos, formadores da verdadeira família cristã, cheios de ideais de renovação para a Igreja que envolvesse enriquecimento das verdades de Deus e ardor na devoção pessoal. OS PURITANOS são um exemplo de equilíbrio na vida cristã: PIEDADE E ORTODOXIA.

Grandes Testemunhos

Charles Spurgeon, o Príncipe dos Pregadores, se referindo ao valor dos Puritanos - por isso foi um dos ministros que teve riquíssima biblioteca puritana - afirmou: "Os homens modernos seriam mais ricos se pelo menos comessem das migalhas que caem da mesa dos Puritanos". Spurgeon tinha sempre à sua cabeceira os livros em grande parte, foram instrumentos usados por Deus para a sua conversão.. . George Whitefield afirmou que foram os livros de Baxter que o livraram de se tornar um asceta, místico ou legalista. A respeito dos Puritanos falou: "Ministros nunca escrevram ou pregaram tão bem quanto os que estão sob a cruz; O Espírito de Cristo e da glória, então, repousa sobre eles. Foi isto, sem dúvida, que transformou os puritanos em tão incandescentes luzes... de um modo especial escreveram e pregaram como homens que tinham autoridade, eles ainda falam; uma unção especial os abençoa".

Os Puritanos

Referência de vida

Vivemos entre extremos. Ou somos defensores do conhecimento doutrinário ortodoxo, intelectual (e poucos são), porém sem estar aliado à piedade, à prática Cristã, sem quebrantamento, sem humilhação (um evangelho que fica na cabeça e não desce ao coração), os reformadores, iluminados pelo Espírito Santo, defendiam: SOLA SCRIPTURA, SOLA GRACIA, SOLA FIDE, SOLI DEO GLORIA, SOLUS CHRISTUS.

Exemplo de história

A história mostra que Deus no passado sempre atuou na Igreja, a Sua igreja, o “conjunto de predestinados para a glória” (Rm 8.29,30), como dizia John Wycliff, Igreja a quem amou e por ela se entregou (Mt 1.21; Ef 5.25). Num determinado período da história, no século XVII, em meio à decadência moral e espiritual, homens de Deus, que amavam a pureza doutrinária (reformada), mas viviam o evangelho da piedade, da humilhação, do quebrantamento profundo, buscando em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça, clamavam por LITURGIA PURA, DOUTRINA PURA, GOVERNO PURO E VIDA PURA, tornando-se conhecidos como OS PURITANOS.

OS PURITANOS são nossas raízes espirituais, doutrinárias e eclesiásticas. Fizeram a Confissão de Fé de Westminster e seus Catecismos; escreveram a mais extensa biblioteca Teológico-Sacra-Devocional do mundo protestante; lutaram pela liberdade de consciência e religião; forneceram fundamentos para as aspirações democráticas; foram os pioneiros do movimento missionário moderno.

Estilo de vida

O Puritanismo não foi uma denominação, mas um estilo de vida cristã, uma cosmovisão cristã, uma interpretação da fé que via toda a vida do cristão como sendo SANTIDADE AO SENHOR. Pessoas que não viam nenhuma divisão entre o sagrado e o secular, que lutavam a todo custo para praticar a verdade da Palavra de Deus.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

12 Lições espirituais de “As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian”


Em toda a série, e em “Príncipe Caspian” particularmente, os personagens principais enfrentam uma série de situações que mudam suas vidas e aprendem muitas coisas sobre si mesmos e outras pessoas. Leia abaixo 12 liçoes espirituais que podemos aprender ao assistir o filme:

PS: o texto é grande, mas realmente interessante. Deixe a preguiça de lado e começe a ler agora mesmo.

1. O tempo é mesmo relativo

Num momento, os irmãos Pevensie estão em uma estação de trem, se preparando para voltar para a escola; e, no instante seguinte, eles se encontram de volta a Nárnia. Embora tenha passado muito tempo – 1300 anos desde a última visita -, quando eles voltam de Nárnia no fim do livro, não se passou quase tempo algum no mundo “real”.

O uso do tempo em “Príncipe Caspian” parece ser uma metáfora para o conceito bíblico encontrado em 2 Pedro: “Um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos são como um dia.” Os Pevensie aprendem que o que pode parecer importante agora não é necessariamente importante muitos anos depois – porém Aslam, o símbolo divino, é sempre o mesmo.

2. Deixe de lado as grandes expectativas

Repetidamente, em “Príncipe Caspian”, C.S. Lewis examina as falsas suposições e expectativas de alguns dos personagens quando eles se baseiam em informações incorretas ou julgam os outros pela aparência.

Por exemplo, alguém poderia dizer que o guerreiro mais valente no livro não é Pedro ou um telmarino. Em vez disso, é um rato, Ripchip. Esse pequeno soldado quase dá uma surra no príncipe Caspian, que, com arrogância, pensa que alguém tão pequeno não conseguiria vencê-lo.

De modo semelhante, quando as crianças retornam a Nárnia, os atuais narnianos – assim como o príncipe Caspian – estão esperando que adultos, e não crianças, venham em seu socorro. Sem saber que as crianças realizaram atos de bravura no passado para salvar Nárnia, os narnianos os encontram com um certo desapontamento, como se dissessem: “São vocês?”

A Bíblia está cheia de histórias mas quais que Deus escolhe quem é pequeno ou tolo para demonstrar o Seu poder. Ainda assim, continuamos a julgar apenas pelas qualidades superficiais.

3. A fé não deve ser decidida pelo voto da maioria

Lúcia é a única que consegue ver Aslam durante uma boa parte do livro. Ela primeiramente tenta convencer os irmãos de que Ele está perto, mas Susana e Pedro não acreditam nela. Edmundo acredita, mas também não consegue ver Aslam. Quando Lúcia pede que confiem nela, os outros decidem colocar o assunto em votação. A maioria decide que as visões de Lucy com Aslam são absurdas e continuam no caminho que haviam escolhido, apenas para se arrepender dessa decisão – e da falta de fé – logo depois.

É muito tentador deixar que outras vozes abafem aquela pequena e constante voz da fé que fala dentro de nós. Também é mais fácil simplesmente seguir a maioria, quando sabemos que deveríamos defender as nossas crenças. Mas, assim como Lúcia deixou que a sua fé fosse silenciada e se arrependeu disso, quando nós não agimos com fé, também não demorará muito até que soframos as conseqüências.

4. Mantenha a fé em meio a uma cultura de descrença

Não há lampião mágico nesta Nárnia. Não há floresta encantada. A vida é sombria, triste e devastada pela batalha. Ninguém nesta Nárnia acredita em animais falantes, anões, nem em nenhum dos habitantes que originalmente agraciavam a terra. Mas, quando Lúcia e os outros tentam contar ao príncipe Caspian como tudo costumava ser, ele lentamente começa a acreditar na antiga Nárnia e deseja encontrar os antigos narnianos que têm vivido escondidos.

Neste sentido, Nárnia é uma excelente metáfora para uma sociedade pós-moderna na qual ceticismo, narcisismo, intelectualismo, elitismo e vários outros “ismos” criaram um ambiente de descrença, ansiedade, depressão e desespero que sufoca a beleza e o mistério da jornada da fé.

5. Não tema, pois Deus está com você

Aslam faz mais de uma vez uma advertência sensata sobre não dar ouvidos ao medo. Trumpkin tem medo de Aslam quando o encontra pela primeira vez, mas apenas porque não conhece o caráter do Leão. Quando ele descobre a verdadeira natureza de Aslam, não sente mais medo.

Aslam também precisa acalmar os medos de Susana quando ela o encontra pela primeira vez nesta história. Aslam gentilmente diz a Susana que ela deve parar de ouvir a voz do medo. O medo foi um dos motivos pelos quais ela não conseguiu vê-lo quando ele apareceu para Lúcia no início da jornada. Para ajudar Susana a recuperar as energias e a colocar os pensamentos no lugar, Aslam então sopra sobre ela. Com esse sopro, o medo perde o controle sobre o coração de Susana e ela pode ser valente novamente.

Não é uma imagem reconfortante? Quando o medo toma conta do nosso espírito, nós apenas temos que buscar o sopro do nosso Criador para restaurar nossa paz e discernimento.

6. Seja grato pelas bênçãos disfarçadas

Em certo momento, Pedro se sente responsável por ter levado seus irmãos e os antigos narnianos por um caminho difícil – através de uma garganta, abrindo caminho entre a vegetação cerrada em um terreno íngreme. Mas, quando Pedro se desculpa com os outros pelo erro, Trumpkin observa que, se eles tivessem ido pelo lado que haviam planejado originalmente, a situação teria sido bem pior.

Quantas vezes não precisamos de alguém como Trumpkin em nossas vidas para nos lembrar que a situação atual poderia ser bem pior se tivéssemos feito uma escolha diferente ou se tivéssemos nos recusado a ouvir um amigo de confiança?

7. Separe um tempo para desfrutar da presença de Deus

Uma das minhas cenas favoritas no livro é quando os antigos narnianos estão reunidos com Aslam, o criador de Nárnia. Embora eles tenham passado por tempo difíceis e o perigo esteja à frente deles, eles gastam algum tempo desfrutando da companhia de Aslam, literalmente brincando e se divertindo com o enorme leão.

Para mim, é uma bela maneira de lembrar que, não importa o que estejamos passando ou o quanto estejamos ocupados, temos que nos recordar que Deus deseja passar tempo conosco para simplesmente brincar. É um convite para confraternizamos com o nosso Criador.

8. Atitudes podem ter conseqüências permanentes

Quando as crianças descobrem os presentes que ganharam na primeira aventura em Nárnia na sala do tesouro em Cair Paravel, Edmundo é mais uma vez lembrado de que, por causa da sua antiga traição contra os irmãos e contra Nárnia, ele não tem uma lembrança especial de sua primeira jornada. Embora Aslam tenha dado a sua vida voluntariamente em troca da de Edmundo em “O Leão, a feiticeira e o guarda-roupa”, isso não significa que não existem conseqüências para as escolhas que Edmundo fez.

É interessante notar que, mais uma vez, a jornada de Edmundo espelha mais a nossa do que qualquer outra. Deus perdoará prontamente os nossos pecados se pedirmos, mas isso não significa que nossas ações não terão efeitos a longo prazo.

9. A vaidade corrompe o caráter

Quando Ripchip finalmente tem a chance de estar face a face com Aslam, ele não está preocupado com o futuro de Nárnia nem com o seu papel nele. O foco de Ripchip é uma mera vaidade – a sua cauda. Nesse momento, o rato poderia pedir qualquer coisa ao poderoso Aslam, mas ele só consegue pensar no constrangimento que sente por aparecer diante de Aslam sem sua bela cauda.

Aslam louva os atos de heroísmo e bravura de Ripchip, mas também o lembra de que ele dá importância demais a uma coisa que é apenas questão de vaidade e aparência, e não um reflexo verdadeiro de caráter.

Nós também podemos dar muita importância a manter a aparência exterior de fé e piedade, sem nutrir a vida interior de que precisamos para crescer espiritualmente.

10. Lealdade e sacrifício serão recompensados

Um dos gestos mais comoventes de amor e sacrifício nessa história é quando o exército de anões implora que Aslam cure o seu valente líder Ripchip, que perdeu a cauda na batalha. Os seguidores de Ripchip declaram que cortarão suas próprias caudas em solidariedade, caso Aslam não restaure a de seu líder. Comovido pelos ratos e por sua disposição de se sacrificarem em favor de Ripchip, Aslam concede o que lhe é pedido.

Esse tipo de devoção, raramente encontrada em nosso mundo, é o mesmo exemplo de lealdade e sacrifício que a Bíblia nos dá em todo o Novo Testamento. Como diz a passagem de João: “Ninguém tem amor maior do que este, de dar a vida pelos seus amigos.” Somos desafiados a colocar isso em prática em nossas próprias vidas.

11. Fique perto da sua família espiritual

Embora o tio Miraz seja o parente vivo mais próximo de Caspian, não há nenhum vínculo entre eles. Miraz é o falso rei de Nárnia que matou o próprio irmão, Caspian IX, para poder assumir o trono.

Depois de Caspian fugir da tirania do tio, ele entra em contato com os Pevensie e, mais tarde, com os antigos narnianos, os que ainda se lembram da Era de Ouro de Nárnia. Quando os encontra, Caspian sente em relação a eles uma afinidade imediata, como nunca sentira antes. Os antigos narnianos são a sua verdadeira família espiritual.

Assim é também para alguns de nós. Podemos não ter nascido em uma família afetuosa, que nos completa. Entretanto, podemos, se quisermos, desenvolver uma família espiritual com pessoas de fé e caráter semelhantes aos nossos, para que possamos prosseguir na jornada.

12. Líderes não são natos, e sim preparados

Embora Pedro e Caspian seja jovens rapazes destinados a reinar em Nárnia, eles não são líderes naturais. Vemos através da série de livros que, independente de destino ou direito de nascença, tornar-se um líder de verdade é um processo – e não é nada fácil. Tanto Caspian quanto Pedro cometem erros. Na verdade, os dois rapazes a princípio têm dificuldade para trabalhar juntos, e precisam de uma lição de humildade e trabalho em equipe antes de finalmente obterem a vitória contra os telmarinos.

Na nossa cultura hoje em dia, não damos nem uma chance aos nossos líderes – seja no nosso bairro ou no governo – quando eles cometem erros. Talvez o melhor presente que podemos dar a eles é sermos mais como Susana e Lúcia, encorajando e dando o nosso apoio para que eles possam aprender e crescer como líderes.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Pastor Roberto Lucena


Roberto Alves de Lucena é Pastor presidente da igreja o Brasil Para Cristo de Arujá/SP.

Presidente do Conselho Nacional das Igrejas o Brasil Para Cristo gestão 1999-2005 e Atualmente é Membro honorífico do Supremo Conselho.

Vice-presidente do CNPB - Conselho Nacional dos Pastores do Brasil.

Membro do comitê de Referência do Ano da Biblia(Sociedade Biblica do Brasil).
Escritor...Conferencista. Um dos maiores pregadores na nação Brasileira.

Sundar Sing


Sundar Sing era filho de uma pessoa rica e proeminente da Índia, onde imperava e ainda impera uma discriminação e racismo brutais, estando o país dividido em castas que praticamente não se comunicam entre si. Conheceu Jesus através da leitura de um Novo Testamento. Essa guinada em sua vida custou-lhe o ódio e a discriminação por parte de todos – inclusive da família, levando-o a viver nos campos e matas, em extrema penúria e também, muitas vezes, em grandes cidades do mundo fazendo conferências.

Sua alegria interior compensava tudo que tinha perdido. Ele próprio dizia que queria viver, tanto quanto possível, uma vida semelhante à de Jesus.

O milagre era uma constante em sua vida. Imagine alguém que não tem onde dormir, nem o que comer ou vestir, andando por selvas, montes, desertos, montanhas geladas e que pudesse sobreviver se não fosse pelo milagre. Imagine, também, as perseguições, prisões, espancamentos de alguém que, qual Daniel, não contasse com um Deus para livrá-lo.

Pois bem, assim era a vida do Sadhu (termo indiano que significa santo ou separado) Sundar Sing: entre visões da glória, transportes, meditações profundas, estados de êxtase.

Certa feita, foi atirado pelos seus algozes dentro de um poço cheio de pessoas condenadas – mortas ou moribundas. Um poço de onde ninguém sairia. A despedida da vida. Quando chegou ao fundo, sentiu o contato morno de algo que nada mais era do que carne humana fétida, em decomposição. Logo em seguida fecharam a chave a boca do poço.

“Não sabia que três dias se tinham passado. Inerte, sentado entre os ossos e os cadáveres, aguardava a morte, quando a boca do poço se abriu. Um vulto irreconhecível surgiu, negro contra o céu da noite. A voz, ampliada, era como o trovão. Ordenava-lhe que agarrasse a corda. E pouco depois, tateando fracamente, encontrou-a. Tinha um nó na extremidade. Firmou ali o pé e segurou-a como pôde. Sentiu que era erguido. Seu corpo oscilou pesadamente de uma parede à outra, até que atingiu a superfície. Fortes mãos o agarraram e o colocaram em terra. O ar fresco invadiu-lhe os pulmões como a água da represa invade o vale, os diques. Tossindo, atordoado, ouviu como em sonhos o ranger da tampa, o som da chave na fechadura. Olhou em torno para conhecer o seu amigo desconhecido, mas viu que estava só na escuridão noturna. Caiu de joelhos e deu graças a Deus. Quem o visse dormindo entre o bulício da faina diária que começava não imaginaria que era o mesmo que estivera no fundo do poço por três dias”.

No final de sua vida tentou várias vezes a travessia do Himalaia, rumo ao Tibete, onde pretendia pregar o evangelho. Da última vez, na primavera, não se conteve. Pretendia atingir o seu destino pela 'Estrada do Peregrino'. Contra tudo e contra todos, foi e desapareceu — por mais que o procurassem, sumiu sem deixar vestígio algum.

O importante é salientar o papel que Jesus representa e pode representar nas vidas daqueles que buscam algo surpreendente, superior e eterno e que não têm medo de confiar n’Aquele que é poderoso para resolver.

Bonzômetro

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Charles Haddon Spurgeon


Houve época em que o simples fato de optar pela religião evangélica equivalia a colocar a cabeça a prêmio. No século 15, Carlos V, o imperador espanhol, queimou milhares de evangélicos em praça pública. Seu filho, Filipe II, vangloriava-se de ter eliminado dos países baixos da Europa cerca de 18 mil "hereges protestantes".
Para fugir da perseguição implacável, outros milhares de cristãos foram para a Inglaterra. Dentre eles, estava a família de Charles Haddon Spurgeon (1834-1892), o homem que se tornaria um dos maiores pregadores de todo o Reino Unido. Charles obteve tão bom resultado em seu ministério evangelístico que, além de influenciar gerações de pastores e missionários com seus sermões e livros, até hoje é chamado de Príncipe dos pregadores.
O maior dos pecadores - Spurgeon era filho e neto de pastores que haviam fugido da perseguição. No entanto, somente aos 15 anos, ocorreu seu verdadeiro encontro com Jesus. Segundo os livros que contam a história de sua vida, Spurgeon orou, durante seis meses, para que, "se houvesse um Deus", Este pudesse falar-lhe ao coração, uma vez que se sentia o maior dos pecadores.
Spurgeon visitou diversas igrejas sem, contudo, tomar uma decisão por Cristo.
Certa noite, porém, uma tempestade de neve impediu que o pastor de uma igreja local pudesse assumir o púlpito. Um dos membros da congregação - um humilde sapateiro - tomou a palavra e pregou de maneira bem simples uma mensagem com base em Isaías 45.22a: Olhai para mim e sereis salvos, vós todos os termos da terra. Desprovido de qualquer experiência, o pregador repetiu o versículo várias vezes antes de direcionar o apelo final. Spurgeon não conteve as lágrimas, tamanho o impacto causado pela Palavra de Deus.
Início de uma nova caminhada - Após a conversão, Spurgeon começou a distribuir folhetos nas ruas e a ensinar a Bíblia na escola dominical para crianças em Newmarkete Cambridge. Embora fosse jovem, Spurgeon tinha rara habilidade no manejo da Palavra e demonstrava possuir algumas características fundamentais para um pregador do Evangelho.
Suas pregações eram tão eletrizantes e intensas que, dois anos depois de seu primeiro sermão, Spurgeon, então aos 20 anos, foi convidado a assumir o púlpito da Igreja Batista de Park Street Chapel, em Londres, antes pastoreada pelo teólogo John Gill. O desafio, entretanto, era imenso. Afinal, que chance de sucesso teria um menino criado no campo (Anteriormente, Spurgeon pastoreava uma pequena igreja em Waterbeach, distante da capital inglesa), diante do púlpito de uma igreja enorme que agonizava?
Localizada em uma área metropolitana, Park Street Chapel havia sido uma das maiores igrejas da Inglaterra. No entanto, naquele momento, o edifício, com 1.200 lugares, contava com uma plateia de pouco mais de cem pessoas. A última metade do século 19 foi um período muito difícil para as igrejas inglesas.
Londres fora industrializada rapidamente, e as pessoas trabalhavam durante muitas horas. Não havia tempo para as pessoas se dedicarem ao Senhor. No entanto, Spurgeon aceitou sem temor aquele desafio.
Tamanha audiência - O sermão inaugural de Spurgeon, naquela enorme igreja, ocorreu em 18 de Dezembro de 1853. Havia ali um grupo de fiéis que nunca cessou de rogar a Deus por um glorioso avivamento. No início, eu pregava somente a um punhado de ouvintes.
Contudo, não me esqueço da insistência das suas orações. As vezes, parecia que eles rogavam até verem a presença de Jesus ali para abençoá-los. Assim desceu a bênção, a casa começou a se encher de ouvintes e foram salvas dezenas de almas, lembrou Spurgeon alguns anos depois.
Nos anos que se seguiram, o templo, antes vazio, não suportava a audiência, que chegou a dez mil pessoas, somada a assistência de todos os cultos da semana. O número de pessoas era tão grande que as ruas próximas à igreja se tomaram intransitáveis.
Logo, as instalações do templo ficaram inadequadas, e, por isso, foi construído o grande Tabernáculo Metropolitano, com capacidade para 12 mil ouvintes.
Mesmo assim, de três em três meses, Spurgeon pedia às pessoas, que tivessem assistido aos cultos naquele período, que se ausentassem a fim de que outros pudessem estar no templo para conhecer a Palavra.
Muitas congregações, um seminário e um orfanato foram estabelecidos. Com o passar do tempo, Charles Spurgeon se tornou uma celebridade mundial.
Recebia convites para pregar em outras cidades da Inglaterra, bem como em outros países como França, Escócia, Irlanda, País de Gales e Holanda.
Spurgeon levava as Boas Novas não só para as reuniões ao ar livre, mas também aos maiores edifícios de 8 a 12 vezes por semana.
Segundo uma de suas biografias, o maior auditório em que pregou continha, exactamente, 23.654 pessoas: este imenso público lotou o Crystal Palace, de Londres, no dia 7 de outubro de 1857, para ouvi-lo pregar por mais de duas horas.
Sucesso - Mais de cem anos depois de sua morte, muitos teólogos ainda tentam descobrir como Spurgeon obtinha tamanho sucesso.
Uns o atribuem às suas ilustrações notáveis, a habilidade que possuía para surpreender a plateia e à forma com que encarava o sofrimento das pessoas.
Entretanto, para o famoso teólogo americano Ernest W. Toucinho, autor de uma biografia sobre Spurgeon, os fatores que atraíam as multidões eram estritamente espirituais: O poder do Espírito Santo, a pregação da doutrina sã, uma experiência de religioso de primeira-mão, paixão pelas almas, devoção para a Bíblia e oração a Cristo, muita oração.
Além disso, vale lembrar que todas as biografias, mesmo as mais conservadoras, narram as curas milagrosas feitas por Jesus nos cultos dirigidos pelo pregador inglês.
As pessoas que ouviam Spurgeon, naquela época, faziam considerações sobre ele que deixariam qualquer evangélico orgulhoso.
O jornal The Times publicou, certa ocasião, a respeito do pastor inglês: Ele pôs velha verdade em vestido novo. Já o Daily Telegraph declarou que os segredos de Spurgeon eram o zelo, a seriedade e a coragem.
Para o Daily Chronicle, Charles Spurgeon era indiferente à popularidade; um gênio, por comandar com maestria, uma audiência. O Pictorial World registrou o amor de Spurgeon pelas pessoas.
Importância - O amor de Spurgeon tinha raízes. Casou-se em 20 de setembro de 1856 com Susannah Thompson e teve dois filhos, os gêmeos não-idênticos Thomas e Charles. Fazíamos cultos domésticos sempre; quer hospedados em um rancho nas serras, quer em um suntuoso quarto de hotel na cidade.
E a bendita presença do Espírito Santo, que muitos crentes dizem ser impossível alcançar, era para nós a atmosfera natural. Vivíamos e respirávamos nEle, relatou, certa vez, Susannah.
A importância de Charles Haddon Spurgeon como pregador só encontra parâmetros em seus trabalhos impressos.
Spurgeon escreveu 135 livros durante 27 anos (1865-1892) e editou uma revista mensal denominada A Espada e a Espátula. Seus vários comentários bíblicos ainda são muito lidos, dentre eles: O Tesouro de Davi (sobre o livro de Salmos), Manhã e Noite (devocional) e Mateus - O Evangelho do Reino.
Até o último dia de pastorado, Spurgeon batizou 14.692 pessoas. Na ocasião em que ele morreu - 11 de Fevereiro de 1892 -, seis mil pessoas leram diante de seu caixão o texto de Isaías 45.22a: Olhai para mim e sereis salvos, vós todos os termos da terra.

A PROFECIA ESTÁ SE CUMPRINDO[ANTICRISTO]



Em nova encíclica, papa propõe "autoridade mundial" na economia
Publicada em 07/07/2009

CIDADE DO VATICANO - O papa Bento XVI pediu nesta terça-feira que uma "autoridade política mundial" ordene a economia mundial e que haja maior regulação governamental das economias nacionais para tirar o mundo da atual crise e evitar que ela se repita.
O chamado do papa para que se repense o modo como a economia mundial é conduzida foi feito em uma nova encíclica, que tratou de algumas questões sociais, mas cujo principal fio condutor é o modo como a atual crise afetou países ricos e pobres.
Denominada "A Caridade na Verdade", a encíclica tem partes que parecem prestes a incomodar os conservadores por causa de sua rejeição subliminar do capitalismo desenfreado e das forças de mercado sem regulamentação, que ele disse que conduziram à violação "perfeitamente destrutiva" do sistema.
Em vários trechos da encíclica Bento 16 deixa claro que tem grandes reservas em relação ao mercado totalmente livre.
" A convicção de que a economia deve ser autônoma, de que deve ser preservada de 'influências' de caráter moral conduziu o homem a fazer mau uso do processo econômico de uma maneira destrutiva "
''A convicção de que a economia deve ser autônoma, de que deve ser preservada de 'influências' de caráter moral conduziu o homem a fazer mau uso do processo econômico de uma maneira destrutiva'' - afirmou o papa na encíclica.
O papa afirmou que toda decisão econômica tem uma consequência moral e pediu "formas de redistribuição" da riqueza supervisionadas por governos para ajudar os mais afetados pelas crises.
Bento XVI escreveu ainda que "há uma necessidade urgente de uma autoridade política verdadeira no mundo", cuja tarefa seria "ordenar a economia mundial; reavivar economias atingidas pela crise; evitar qualquer deterioração da crise atual e os desequilíbrios maiores que resultariam dela".
Tal autoridade deveria ser "regulamentada por lei" e "teria de ser reconhecida universalmente e ser investida de poder efetivo para garantir segurança a todos, consideração pela justiça e respeito pelos direitos."
''Obviamente teria de possuir a autoridade de garantir o cumprimento de suas decisões por todas as partes, e também o cumprimento das medidas coordenadas adotadas em vários fóruns internacionais''- disse.
''A Organização das Nações Unidas (ONU), instituições econômicas e as finanças internacionais, todos têm de ser reformados "mesmo em meio a uma recessão mundial", afirmou o papa na encíclica, um livreto de 141 páginas.
Uma encíclica é a mais elevada forma de documentos papais, pela qual se apresenta a mais clara indicação ao 1,1 bilhão de católicos do mundo, bem como às pessoas de outras religiões, sobre o que o pontífice e o Vaticano pensam sobre determinadas questões morais e sociais.
A nova encíclica é dirigida aos católicos e também a "todas as pessoas de boa vontade". Foi divulgada na véspera da cúpula do G8, na Itália, e também três dias antes de o papa discutir a desaceleração mundial como presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
A encíclica foi divulgada um dia antes da abertura, na cidade de L'Aquila, na Itália, da cúpula do G8, que reúne os líderes dos sete países mais ricos do mundo e a Rússia, e onde a crise econômica deve ser o principal tema de discussões.


O PALCO ESTÁ SENDO MONTADO..SÓ NAO VÊ QUEM NAO QUER!!


quinta-feira, 9 de julho de 2009

William Tyndale


Nascido em 1494, na parte oeste da Inglaterra,Tyndale graduou-se na Universidade de Oxford em 1515, onde estudou as Escrituras no Hebraico e no Grego.

Quando tinha 30 anos, fez uma promessa que haveria de traduzir a Bíblia para o Inglês, a fim de que todo o povo, desde o camponês até a corte real, pudesse ler e compreender as Escituras em sua própria língua.

A Igreja Católica proibia severamente qualquer pessoa leiga ler a Bíblia.

Segundo o clero, o povo simples não podia compreender as Sagradas Letras, e tinha que ter a sua ajuda. A interpretação era feita segundo a sua conveniência, e esta para fins políticos e financeiros.

Com este desejo em seu coração, Tyndale partiu para Londres em 1523, buscando um lugar que pudesse dar início ao seu projeto.

Não sendo recebido pelo bispo de Londres, Humphrey Munmouth, um comerciante de tecido, lhe deu todo apoio necessário.

Em 1524, Tyndale foi obrigado a deixar a Inglaterra e partir para Alemanha, para dar continuidade ao seu trabalho, em vista das grandes perseguições por parte da Igreja Católica.

A proibição da leitura da Bíblia agravou-se de tal maneira, que até mesmo se uma criança recitasse a oração do “Pai Nosso” em inglês, toda sua família era condenada a ser queimada na estaca.

Na Alemanha, ele se estabeleceu na cidade de Hamburgo, e provávelmente conheceu a Martinho Lutero, pois eram contemporâneos.

Ambos traduziram o Novo Testamento baseado no Manuscrito Grego compilado por Erasmo em 1516.

William Tyndale concluiu a tradução do Novo Testamento em 1525.

Quinze mil cópias em seis edições foram impressas pela proteção de Thomas Cromwell, um vice-regente do rei Henrique VIII, e contra-bandiadas através de comerciantes para a Inglaterra, entre os anos de 1525 a 1530.

As autoridades da Igreja Romana deram ordem para confiscar e queimar todas as cópias da tradução de Tyndale, porém eles não podiam parar o fluxo da entrada de Bíblias vindas da Alemanha para a Inglaterra.

Até mesmo na Escócia, os mercadores escoceses estavam levando a Bíblia para o seu povo. O próprio William não podia regressar à Inglaterra, pois estava sendo buscado e tido como um "fora-da-lei", a leitura de seus escritos e tradução haviam sido legalmente proibidos.

Contudo, ele continuou suas revisões e correções até que sua edição final do Novo Testamento foi cumprida em 1535.

Com esta conclusão, Tyndale iniciou a tradução do Velho Testamento, porém não viveu bastante a ponto de terminá-la.

Ele traduziu o Pentateuco, o livro de Jonas e alguns livros históricos.

Em Maio de 1535, Tyndale foi preso e levado a um castelo perto de Bruxelas onde ficou aprisionado por mais de um ano.

Durante este tempo, um de seus companheiros, Miles Coverdale, concluiu a tradução do Velho Testamento, baseada na tradução de seu companheiro.

Chegou o dia do julgamento de William Tyndale, ele foi condenado à morte por haver colocado as Escrituras na mão do povo inglês.

No dia 6 de Outubro de 1536, ele foi estrangulado e logo após queimado na estaca em público.

Porém, suas últimas palavras antes de morrer foram: “Senhor, abre os olhos do Rei da Inglaterra.”

terça-feira, 7 de julho de 2009

Santa Geração

Reinhard Bonnke

Kenneth Hagin


Avivalistas, evangelistas, carismáticos. Pentecostais, neopentecostais, povo da fé. Os homens que se levantaram com uma mensagem surpreendente na Igreja do Senhor Jesus Cristo desde John Wesley, o fundador da igreja metodista, não foram muitos, mas marcaram sobremaneira a história da humanidade não só no âmbito religioso, mas também na questão cultural. Entre estes esteve até hoje, dia 16 de setembro de 2003, o reverendo Kenneth E. Hagin, fundador do Centro de Treinamento Bíblico Rhema e uma das maiores insígnias da fé cristã.

Hagin, um texano nascido em McKinney, uma pequena cidade que tem hoje pouco mais de 60 mil habitantes. Era um menino franzino e doente, que não rendia bem na escola. De temperamento forte, era temido pelas demais crianças, apesar da aparência frágil, pois seus ataques nas briguinhas pueris costumavam ser bem mais veementes que o normal. Até o valentão do colégio sabia quem era Hagin, pois não custou a entender que brigar com ele não era bom negócio, depois que levou uma paulada na cabeça. O irmão mais velho também passou a preferir a paz depois que levou uma martelada na testa e ficou inconsciente por 40 minutos. “Defendia-me desta maneira”, justificava Hagin.

Mesmo com as debilidades, a família batista tradicional dava-se por satisfeita em vê-lo vivo. Para quem nasceu prematuramente, minúsculo e morto, segundo a afirmação do médico que fez o parto, estar vivo já era significante. Do nascimento complicado, o bebê só despertou após 40 minutos inerte, e tomou leite dado pela avó, senhora Drake, com ajuda de um conta gotas.

A fragilidade chegou ao cume depois que o garoto completou 15 anos. Foi desenganado por cinco médicos, inclusive alguns famosos e reconhecidos como bons cardiologistas. Segundo a medicina, uma doença degenerativa no coração mataria Hagin antes que ele completasse 16 anos. O processo de morte seguiu acelerado conforme as previsões médicas, e ele foi abatido a ponto de não conseguir estender a mão até a cabeceira da cama, a qual estava confinado.

Seria o leito de morte a linha de partida para o primeiro acontecimento sobrenatural na vida do menino do Texas: a visão do inferno. Na verdade, revelações do inferno e pessoas que afirmou ter ido lá não são poucas entre os cristãos, mas Hagin afirma ter morrido antes de ser atraído às profundezas. E morrido não uma vez, mas três vezes. Em três momentos teve plena consciência da morte tragando sua vida. Ao longo das paginas de vários dos mais de 100 títulos de livros que escreveu (na verdade, teve pregações compiladas), Hagin narra repetidamente os acontecimentos que presenciou na escuridão do inferno, onde viu horrores que ele disse não poder comparar com nada existente no mundo físico.

Hagin foi atraído de volta para o corpo, impulsionando por uma voz de maior autoridade, que o arrancou das mãos de um espírito maligno e arrebatou-o quando já estava a ponto de penetrar nas chamas.

A experiência vivida pelo rapaz, que tinha aceitado a Jesus Cristo pela fé havia pouco tempo, mudou sua vida e começou a produzir uma história de convicção cristã que nunca será esquecida. Seu comportamento foi profundamente afetado depois do regresso ao mundo dos vivos, e uma de suas principais doutrinas: a que diz ser o homem um ser em três dimensões, espírito, alma e corpo, e não apenas alma e corpo, viria a ser estabelecida no decorrer de seu ministério, com influencia notável de pregadores como E.W. Kenyon, o polêmico antecessor de Hagin, acusado de ser anti-bíblico, tanto ou mais do que Hagin seria.

Se a ida ao inferno foi chave para suas crenças sobre a salvação e nortes sobre o mundo espiritual, a cura milagrosa da enfermidade que o acometera tornou-se o ponto decisivo para a sublevação da palavra da fé: o conjunto de ensinamentos bíblicos que afirma o direito à cura divina, prosperidade financeira, autoridade sobre Satanás e seus enviados e a capacidade de manifestar as bênçãos de Deus por meio da confissão da fé para aqueles que nasceram de novo pela fé em Cristo.

A doutrina da confissão de fé, provavelmente a que mais irrita os críticos, elucidou-se para Hagin mediante a forma como ele foi curado. A saga de Hagin rumo a cura é uma história impressionante de fé e coragem, baseada no versículo 23 e 24 do capítulo 11 do livro de Marcos: Em verdade vos digo que se alguém disse a este monte: ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que lhe fará o que diz, lhe será feito. Por isso vos digo que tudo o que pedirdes em oração, crede que recebestes, e será convosco.

Mesmo tendo escapado da morte, por causa das orações da avó, segundo afirmava, Hagin continuou debilitado e fraco, piorando progressivamente. Como não podia sair da cama, e agora estava tocado pela realidade do mundo extra-físico, resolveu estudar a Bíblia a fundo. Quando se deparou com os versículos de Marcos, não teve dúvidas: orou, creu que recebeu a cura e pensou: “Se a Bíblia diz que estou curado, então o que faço nesta cama”. Tentou se mexer e não conseguiu, pois a parte inferior de seu corpo há tempos estava paralizada. Então, num gesto ousado, pegou as pernas e jogou-as para fora da cama. Entre formigamentos e quedas, equilibrou-se, e ficou totalmente curado, com uma saúde dessas que chamam “de ferro”.

A funcionalidade da fé despertou o desejo de servir a Deus. Marcos 11.23,24 passou a ser o versículo emblemático de sua vida e ministério, e Hagin foi criticado e perseguido, mas nunca arredou uma palha sobre o que creu e pregou. “Há pessoas que pensam que fui eu que escrevi Marcos 11. 24,24”. Brincava Hagin. Durante mais de 60 anos de ministério, ele sempre foi bombardeado com palavras de pregadores contrários aos seus ensinos. Alguns destes críticos ficaram famosos às custas da acoima tenaz contra o profeta da fé. Hagin nem assim aceitou brigar com outros que professam a fé em Cristo, mas permaneceu firme na doutrina e no amor.

Os rinhentos contestadores dizem que Hagin ensinava apenas o que ouviu de E.W. Kenyon, mas ele afirmava não ser tão discípulo de Kenyon quanto costumam falar. Ele dizia que muitas vezes ensinava igual a Kenyon por mera coincidência. “Temos a mesma Bíblia”, justificava.

Contestado, porém amado, Hagin fez milhares de seguidores, mas nem todos andam em linha com seus ensinamentos. Por várias vezes teve que corrigir pregadores conhecidos, que se desviavam da doutrina mesmo afirmando fidelidade ao hagianismo.

A questão da guerra espiritual e o exagero sobre a doutrina da prosperidade são exemplos de casos que Hagin dedicou-se a combater. Seu livro The Midas Touch (O Toque de Midas), de 234 páginas, é uma obra dedicada a desmentir erros doutrinários na questão financeira.

Ministério

O ministério do homem da fé, no entanto, começou numa igreja tradicional, batista. Ao 21 anos, casou com Oretha, uma mulher de notável discrição e monumental apoio ao ministério e vida pessoal de Hagin. Em 1937 ingressou no ciclo pentecostal, como ministro da Assembléia de Deus. Ficou com os pentecostais até 1949, quando começou a carreira de ministro itinerante.

Nos fervorosos anos 50, quando a vários avivalistas insurgiram nos EUA, organizados em um ciclo denominado A Voz da Cura e ministrando principalmente em tendas móveis, Hagin aparecia como um dos nomes mais conhecidos. Aqueles foram anos de euforia espiritual por causa da abundancia de manifestação dos dons dos Espírito Santo, como curas e profecias. Sempre pregando a fé, Hagin desafiou o costume dos evangelistas da época e não comprou uma tenda para suas campanhas evangelísticas, afirmando com simplicidade que não tinha paz no espírito quando a isso.

Já nas décadas de 50 e 60, o reverendo era cuidadoso em manter-se em linha com os ensinos da Bíblia, não cedendo aos assédios da fama e outros benefícios que a pregação por conveniência poderia trazer-lhe. Quando pressionado por colegas do ministério a tomar posições contrárias às suas convicções, respondia: “Se continuarem como estão, colocando os dons à frente da Palavra, verei muitos de vocês mortos e fora do ministério, e eu ainda estarei pregando”. Muitos daqueles homens não deram ouvidos, e aconteceu com eles conforme as palavras de Hagin.

O homem tão atacado por ser anti-bíblico era um defensor incansável da vida segundo os princípios bíblicos. Em sua última mensagem para um grande público, no acampamento 2003, em julho, na cidade de Tulsa, Estado de Oklahoma, onde viveu por mais de 30 anos, Hagin falou sobre o poder da Palavra de Deus, exortou o público a não desistir de ensinar a Palavra, e disse que não é a capacidade humana que faz os corações se converterem a Deus, mas o poder da Palavra.

Como anunciador incansável da fé, do amor, da intimidade com Deus, das bênçãos de Deus, de uma vida vitoriosa sobre a Terra e da santidade, o reverendo formou uma multidão incalculável de discípulos. A partir de 1974, quando comprou um terreno de 50 acres e fundou o Centro de Treinamento Bíblico Rhema, em Tulsa, o mundo conheceu uma corrente de ensinos bíblicos com elos tão bem entrelaçados e fortes que consiste com mais estabilidade a cada ano. Desde então, há escolas Rhema nos cinco continentes do globo. São 23 estabelecimentos, sendo que 12 deles estão no Brasil.

As palavras ministradas pelo homem acusado de formar seitas e pregar heresias libertam pessoas do cativeiro do pecado e da religiosidade nos lugares mais remotos da Terra, em países fechados ao evangelho, com abrangência cada vez maior. Um testemunho do missionário britânico Simon Potter, graduado no Rhema EUA, dá conta da força da palavra da fé, ou palavra revelada, como ficou conhecida a doutrina de Hagin. Simon disse que visitava um pastor num país que persegue cristão, quando este o conduziu até uma estante, retirou um livro que estava escondido e perguntou hesitante: “O que você acha deste livro?”, e apresentou um exemplar de Como Ser Guiado Pelo Espírito, livro de Hagin. Ante a aprovação de Simon, o pastor declarou: “Olha, este livro tem mudado a minha vida”.

Kenneth Hagin teve uma carreira brilhante em Deus. Através de suas mãos, Deus pôde curar e batizar com o Espírito Santo. Suas palavras apresentaram a salvação em cristo para centenas de milhares, mas seu legado, construído ao longo de quase setenta anos de vida provada e aprovada segundo a Palavra de Deus, é mais do que lembranças de dias em que a fé de um homem dedicado a Deus fez a diferença no mundo. Trata-se do permeio do espírito da fé nas lacunas da Igreja, hoje transformada e transtornada (no sentido bíblico-neotestamentário da palavra) com o mesmo impulso santo dos dias dos Apóstolos Pedro e Paulo.

Seja qual for o adjetivo dado a Kenneth Hagin, o fato é que foi para a eternidade um homem que será eterno também neste mundo, por sua obra de fé; por anunciar e viver o amor incondicional de Deus, que, segundo a Bíblia, faz a fé operar; por mostrar aos cristãos que eles não precisam mais viver sob a consciência de pecado; por apresentar a cura, a prosperidade que é mais do que dinheiro e bens, e a autoridade delegada por Jesus para dominar o Diabo; por acender a chama e mostrar a divisão entre as vocações ministeriais, bem como as três dimensões do ser humano; Por chamar a atenção a vida de Deus dentro dos que crêem e demonstrar para necessidade do batismo no Espírito Santo.

A autenticidade destes ensinos tão combatidos por alguns teólogos foi comprovada na vida de Hagin, e de discípulos conhecidos e desconhecidos. Do pregador de renome ao crente simples curado de câncer, ou que teve o casamento restaurado. Não há dúvida de que todas estas coisas continuarão sendo confirmados na existência dos que ousarem tomar posse do espírito que declara: Cri, por isso falei.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

As 20 Frases mais ditas antes de Morrer!!!

01- “Atira se for homem.”

02- “Atravessa correndo que dá.”

03- “Ah, não se preocupe, o que não mata, engorda.”

04- “Fica tranqüilo que este alicate é isolado.”

05- “Sabe qual a chance de isso acontecer? Uma em um milhão.”

06- “Essa camisa do Palmeiras não é minha não….eu sou corintiano como vocês.”

07- “Adoro essas ruas pois são super tranqüilas.”

08- “Tem certeza que não tem perigo?”

09- “Meu sonho sempre foi saltar de pára-quedas. E neste instante vou realizá-lo. E eu mesmo o dobrei!”

10- “Aqui é o PT-965 decolando em seu primeiro vôo solo.”

11- “Confie em mim.”

12- “Aqui é o piloto. Vamos passar por uma ligeira turbulência.”

13- “Capacete? Imagina, tá calor.”

14- “Eu sempre mudei a temperatura do chuveiro com ele ligado. Não ia ser hoje que alguma coisa iria acontecer.”

15- “Deixa comigo.”

16- “É o vermelho, pode cortar.”

17- “Você é grande mas não é dois!”

18- “Kung-Fu nada. Eu vou acabar com você.”

19- “Vamos lá que não tem erro.”

20- “Pode mexer. É Pitbull, mas é mansinho.”

Billy Graham- Fé Ciência e tecnologia (Legendado) Parte 1

Billy Graham- Fé Ciência e tecnologia (Legendado) Parte 2

Billy Graham- Fé Ciência e tecnologia (Legendado) Parte 3

Pregação Pastor Joel Osteen ( Legendado)

domingo, 5 de julho de 2009

Você está procurando por um amor verdadeiro?

Autor: Chuck Smith

Para entrar reino de Deus, você deve ter nascido de novo. Basta olhar para Jesus Cristo, que morreu por seus pecados na cruz, e acreditar em Deus e do Seu amor por você, e essa transformação terá lugar. Assim, a pergunta: "Você foi nascido de novo pelo Espírito de Deus?"

Hoje você está em um dos dois campos, tudo depende da sua relação com Jesus Cristo. Você pode olhar com fé e acreditar em Jesus, que morreu na cruz por você, ou você pode continuar acontecendo como você é. É uma coisa incrível para ser perdido, você não precisa fazer nada. Apenas continue a fazer o que você está fazendo agora e você irá perecer.

Mas, se você olhar para a cruz e acreditam na Aquele que morreu por seus pecados, então o dom gratuito de Deus é seu...


O dom da vida eterna

A Bíblia diz:

Todos pecaram e Carecem da glória de Deus -Romanos 3:23

Arrepender-se e, por conseguinte, ser convertido, que seus pecados serão apagados -Atos 3:19

Porque Deus amou o mundo que deu o seu Filho unigênito, para quem acredita n'Ele não pereça, mas tenha a vida eterna -João 3:16

Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo -Romanos 10:9

Se você deseja um relacionamento pessoal com Deus e com a garantia de que seus pecados foram perdoados, aqui é sugerida uma oração ...

Pai, eu venho para você, confessando o meu pecado e pedindo o seu perdão. Agradeço-vos, Senhor, para você ter prometido que se eu vou confessar meus pecados, você será fiel a perdoar-me e me purificar de toda injustiça. Eu quero passar dos meus pecados, e viver de uma forma que irá agradar você. E assim peço a sua ajuda, Senhor. Peço que você me dê o poder através do seu Espírito Santo para viver da maneira certa.

Agradeço por Jesus Cristo morrer na cruz, pagando o preço pelos meus pecados. Eu aceito-o agora como meu Salvador, meu Senhor, e meu amigo. Agradeço também a você, porque você disse que quem vem para você, você irá de forma alguma lançará fora. Obrigado por me dar uma nova vida em Cristo. Eu me rendo-me a você. Faça-me o que você quer que eu seja em nome de Jesus. Amen.

Chuck Smith



Em 1965 Pastor Chuck Smith começou seu ministério no Calvário Capela Costa Mesa. Começando com um simples 25 pessoas, ele viu Deus abençoe a sua simples, mas consistente estilo direto, através do ensino da Bíblia. Hoje Calvário Capela atrai mais de 20.000 visitantes por semana.

Com um verdadeiro coração para o perdido, o Pastor Chuck abriu espaço em seu ministério para uma geração de hippies, surfistas, e toxicodependentes. Isso gerou uma agitação do Espírito Santo, que se espalhou a partir da Califórnia para a costa do Atlântico e para além dela. Este movimento foi instrumental em trazer milhares de Jovens a Jesus Cristo durante os anos 60 e 70 no que ficou conhecido como o Movimento Popular Jesus.

Como Deus expandiu seu ministério, o Pastor Chuck da liderança visionária viu o nascimento de outros ministérios, tais como: A Palavra de Hoje, uma publicação e radiodifusão ministério, que é ouvida no mundo; Calvário Distribuição, um grosso livro e Christian recurso distribuidor; e Calvário Capela Outreach Fellowship, uma organização internacional com mais de 1.500 participantes Calvário Capelas. Autor de mais de 25 livros, o Pastor Chuck pode ser ouvido diariamente na televisão, rádio e webcasts em todo o mundo.